Aromavia
Perguntas frequentes sobre aromaterapia
As dúvidas mais comuns sobre uso seguro de óleos essenciais — em adultos, crianças, gestantes e pets.
O que é aromaterapia?
Aromaterapia é o uso terapêutico de óleos essenciais — extratos voláteis de plantas — para apoiar bem-estar físico, emocional e mental. Pode ser feita por inalação, difusão ou aplicação tópica diluída.
Qual óleo essencial usar para ansiedade?
A lavanda é o óleo mais estudado para ansiedade. Bergamota, ylang-ylang e camomila romana também são excelentes opções.
Qual óleo essencial ajuda no sono?
Lavanda combinada com cedro é a fórmula clássica para sono profundo. Camomila romana também ajuda em quadros de irritabilidade noturna.
Como usar um difusor de óleos essenciais?
Adicione água até a marca do difusor, pingue de 3 a 5 gotas de óleo essencial e ligue por 30 a 60 minutos. Mantenha o ambiente ventilado e evite uso contínuo por mais de 1 hora seguida.
Óleos essenciais são seguros?
Sim, quando usados com diluição correta e respeitando contraindicações. Sempre diluir em óleo vegetal antes de aplicar na pele e evitar uso oral sem orientação profissional.
Posso usar óleos essenciais em crianças?
Sim, a partir de 2 anos e em diluições muito conservadoras (0,25% a 0,5%). Lavanda e camomila romana são as escolhas mais seguras. Evite hortelã-pimenta e eucalipto em menores de 6 anos.
Posso usar óleos essenciais na gravidez?
Alguns óleos são seguros em baixas concentrações após o primeiro trimestre, mas o uso deve ser sempre acompanhado por profissional especializado.
Posso usar óleos essenciais em pets?
Com cautela e sempre com orientação veterinária. Gatos não metabolizam adequadamente vários óleos (como melaleuca e cítricos) — evite difusão em ambientes com felinos.
Qual é a diluição correta para uso tópico?
Adultos: 2% a 3% (12 a 18 gotas em 30 ml de óleo vegetal). Crianças, idosos e pele sensível: 0,5% a 1%. Rosto: 0,5% a 1%.
Posso ingerir óleos essenciais?
Não recomendamos. A ingestão deve ser sempre prescrita por aromaterapeutas qualificados ou médicos, pois há risco real de toxicidade hepática e renal.
